Corretoras de criptomoedas fecham as portas na China por causa da repressão

Corretoras de criptomoedas fecam suas portas na China por causa da repressão | Portal Bitcoin

A ascensão da China’s repressão às criptomoedas respingou nas trocas. O BTCChina e o Okcoin-dois dos mais antigos do país-fecharam as portas. Já a Huobi mudou sua política de usuários e proibiu chineses de derivar derivados.

O Okcoin, fundado em 2013, anunciou sua dissolução na semana passada, conforme revelou o jornalista chinês Wu Blockchain na noite de domingo (27).

Na manhã desta segunda-feira (28), Wu disse que o fundador da corretora, Star Xu, postou uma foto com a frase “saindo do continente por barco”, indicando que ele deixará o país.

OK fundador Star Xu postou ” partir do continente por barco ” foto, implicando que o negócio sairá da China. https://t.co/r1QEjiG4iQ pic.twitter.com/qACZkRAUun

-Wu Blockchain (@WuBlockchain) 28 de junho de 2021

O Okcoin fez parte da troca da OKEx. Desde 2018, no entanto, as duas empresas não fazem mais parte do mesmo grupo, de acordo com a assessoria da OKEx.

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A correção BTCChina, fundada em 2011, anunciou na semana passada que também encerrou completamente as atividades, de acordo com relatos publicados pelo site South China Morning. Post.

A empresa disse que a razão para a saída é a “política do governo (da China)”. Ao veículo, a bolsa informou ainda que vendeu o seu braço de criptomoedas para uma fundação em Dubai-cujo nome não foi revelado-, ainda no ano passado.

Huobi

Já a troca Huobi anunciou esta segunda-feira que os utilizadores da China estão proibidos de negociar derivativos.

A empresa atualizou o seu ‘Termo de Acordo do Usuário‘ e colocou os pais em uma lista de jurisdições proibidas. As negociações à vista, no entanto, ainda estão disponíveis.

Ao se lembrar de O Bloco, o movimento ocorre poucos dias depois de a corretora ter reduzido a quantidade de alavancagem para os investidores chineses, que passaram de 125X para 5X.

A China contra as criptomoedas

A China aumentou sua repressão às criptomoedas no primeiro semestre deste ano. Em maio, o Conselho de Estado do país falou em clamando por baixo sobre a mineração e o comércio de bitcoins.

Várias províncias, como Sichuan e Yunnan, cortou a energia de fazendas de mineração e atividade proibida.

Além disso, o governo também reiterou que os bancos não podem aceitar a negociação com ativos digitais, o que dificulta a vida do cidadão chinês que precisa converter BTC e altcoins para a moeda local.

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