França à União Europeia para apertar o cerco contra o Bitcoin

França vai à União Europeia apertar o cerco ao Bitcoin

Enquanto nações como El Salvador lideram a equipe dos países que acreditam no potencial de Bitcoin, a França é o líder dos países que pressionam por mais vigilância no comércio de criptomoedas. Afinal, desde 2017 a nação europeia vem clamando para que as organizações multilaterais apertem o cerco com relação aos criptoativos.

Uma das primeiras ações da França foi pressionar os líderes do G20 a criarem regras para transações de moeda digital. Posteriormente, em 2019, essas diretrizes foram criadas, de fato, pelo Grupo de Ação Financeira Internacional, o FATF.

Agora, a França pede que a União Europeia também seja capaz de fazê-lo para este mercado. Mais precisamente, a nação quer regras comuns e rígidas a serem criadas para a negociação de criptoativos.

Nesse novo movimento, os reguladores franceses sugeriram que a UE atribua a responsabilidade à Autoridade Europeia de Valores Mobiliários (ESMA) na supervisão de criptomoedas.

A França quer supervisão das criptomoedas

A França propôs a mudança na terça-feira (13). A proposta em questão faz parte de um pacote de reformas que visa fortalecer a regulação financeira na Europa.

Em outras palavras, a França quer dar mais poder à ESMA, a agência reguladora dos mercados de valores mobiliários à base de Parisque. Na prática, o regulador funciona como uma CVM para os países da União Europeia.

” Conceição à ESMA o poder de supervisão direta das ofertas públicas de criptoativos na UE e a partir de provedores de serviços de criptomoedas criaria economias de escala óbvias para todos os supervisores nacionais. Além disso, concentraria o conhecimento de forma eficiente, para o benefício comum europeu, ” disse a Autorité des Marchés Financiers (AMF), reguladora de mercados da França.

De acordo com a agência reguladora, o objetivo final dessas propostas é alcançar uma supervisão harmonizada e unificada. Na proposta, a EMA teria condições de supervisar o comércio de criptoativos. Ao mesmo tempo, com a ação, estaria minimizando a possibilidade de arbitragem regulatória.

Assim, as empresas não poderiam “se esconder” de regras rígidas de uma nação em outro país da União Europeia.

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