Justiça manda soltar pela segunda vez sócios da Indeal

Justiça envia liberação para parceiros de segundo tempo da Indeal | Portal Bitcoin

A Justiça Federal concedeu liminar para os três associados do Indeal, Ângelo Ventura da Silva, Francisco Daniel Lima de Freitas e Régis Lippert Fernandes. Eles haviam sido presos pela segunda vez no último dia 25 durante a operação Vita Continuat, que apura o crime de lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Egypto. Os acusados viraram réus após a suspeita de prática de pirâmide financeira com bitcoin.

A liberdade dos investigados foi acelerada pelo juiz Guilherme Beltrami, da 7a Vara Federal de Porto Alegre. De acordo com a Gaúcha ZH, Beltrami atendia o pedido do próprio delegado da PF no caso, que tinha manifestação favorável ao Ministério Público Federal. O órgão, diz a publicação, entendeu que não havia mais a necessidade de mantê-los na cadeia.

Outras duas pessoas supostamente envolvidas no esquema também foram liberadas. Francisco Dulcival Lima de Freitas e Jhone Ricardo Cima Pinto. Jhone, que é dono de uma loja de carros, é suspeito de usar o estabelecimento como foro por lavagem de dinheiro.

Medidas cautelares

Ainda de acordo com a ZH gaúcha, na decisão que deu liberdade aos réus do Intrato, o magistrado determinou medidas cautelares. Eles estão proibidos de se comunicar com os outros investigados ou pessoas relacionadas à empresa. Fora isso, eles também não podem sair do país.

Leia também

A justiça norte-americana distribui 568 milhões de dólares para milhares de vítimas de pirâmide financeira

Mastermind de 90 milhõs scam com falsa arbitragem de bitcoins é condenado à prisão nos EUA

GAS Consultoria: MP autoriza venda de R$ 150 milhões em bitcoins apreendidos na casa de Glaidson

Para o advogado Guilherme Albuquerque de Sousa Faria, que defende Régis Lippert Fernandes e Ângelo Ventura da Silva, a decisão do magistrado reforça sua tese de que não há necessidade do retorno à prisão do acusado.

De acordo com ele, ele apurou a ZH Gaúcha, os elementos tomados durante ações policiais seriam não ser suficiente para demonstrar, categoricamente, qualquer evidência de uma prática deliciosa.  

Caso de Intrato

O Indeal agiu de forma ilícita aproveitando-se de investidores que apostaram em rendimentos com criptomoedas. Acreditando em promessas irrealistas, muitos investiram tudo o que tinham com o sonho de se tornarem ricos. O fim da pirâmide veio com a intervenção da Polícia Federal. Em maio de 2019, agentes da Operação Egypto prenderam vários suspeitos.

A Polícia Federal do Rio Grande do Sul estima que o rombo para os cerca de 23 investidores supere a casa de R$ 1 bilhões. Os cooperados dos EUA com investido congelaram 24 milhões (cerca de R$ 136 milhões) em criptomoedas provenientes da fraude.

Tudo sobre: InDealPirâmide Financeira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Após banir criptomoedas, China mira o Metaverso

Depois de proibir criptomoedas, China mira Metaverso

Depois que se tornou “destaque” da criptomoeda, a China agora parece que quer exercer o mesmo tipo de pressão no mercado de NFTs e no O Banco Popular da China, PBoC, falou ao National Financial Security Summit sobre sua…

Portal do Bitcoin Brasil
Wordpress Social Share Plugin powered by Ultimatelysocial
Facebook
Telegram
WhatsApp