Maior banco da Colômbia vai vender bitcoin a clientes após parceria com corretora dos EUA

Maior banco da Colômbia venderá bitcoin a clientes após parceria com corretora americana | Portal Bitcoin

Bancolombia, a maior instituição bancária em atuação na Colômbia, acaba de fechar uma parceria com a corretora americana Gemini para oferecer a compra direta de bitcoin e outras criptomoedas para clientes selecionados.

A colaboração entre o banco colombiano e a bolsa que é hoje o 10ª maior do mundo em volume negociado, começa a valer a partir de 4 de dezembro. Em um primeiro momento, o serviço estará disponível apenas para um grupo fechado de clientes que poderão usufruir da nova ponte de entrada e saída entre o câmbio e o banco para negociar Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC) e Bitcoin Cash (BCH).

De acordo com a declaração da bolsa publicada nesta segunda-feira (6), a parceria valerá por um ano no âmbito de uma caixa de areia promovida pela Superintendencia Financiera of Colombia (SFC), a principal agência reguladora do mercado financeiro do país latino-americano. 

O programa piloto terá quatro fases de implementação e tem como objetivo completar 5 clientes, conforme definido pelos reguladores. Para ter acesso ao serviço, o cliente deve passar por um rastreamento que mede o seu nível de conhecimento sobre criptomoedas.

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A ideia é que os clientes usem o saldo economado no banco na poupança ou conta corrente para concluir a compra de criptomoedas em Gemini através de uma conta associada à instituição financeira.  

“Isso significa que a Bancolombia não intervém no processo de negociação de criptoativos, mas servirá como um canal para facilitá-lo”, explicou Cristina Arrastía, Chief Business Officer da Bancolombia em nota à imprensa.

A parceria divulgada hoje é um resultado da programa piloto promovido pelo governo colombiano que estuda a implementação de criptomoedas no sistema financeiro do país. 

Gemini na América Latina

A Gemini fez parte de um grupo de novos intercâmbios selecionados no início do ano para testar suas soluções na região, uma lista que também apresenta concorrentes como Binance e Bitso.  

Ao mesmo tempo em que a parceria demonstra uma abertura do tradicional setor bancário colombiano, também demarca a expansão estratégica da Gemini na América Latina, região já explorada por grande parte dos concorrentes globais.

“Estamos entusiasmados com as oportunidades de crescimento na América Latina, um dos mercados internacionais mais promissores para a adoção de criptomoedas”, disse em nota Cynthia del Pozo García, diretora de estratégia e desenvolvimento da Gemini. “Esperamos trabalhar de perto com o ecossistema de criptomoedas colombiano e apoiar produtos que os capacitam a assumir o controle de suas vidas financeiras”, conclui.

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