Deputado do partido NOVO critica regulação do bitcoin: "Claro que não bom"   Livecoins

Membro do partido NOVO critique regulação bitcoin: ” Claro que não é bom “-Livecoins

Um Deputado Federal brasileiro já avançou publicamente seu voto contra a Lei que regulamenta as criptomoedas no Brasil, que deve ir ao plenário em breve de acordo com o autor da proposta.

O Brasil é um dos países que vê o crescimento do Bitcoin fortemente destaque em 2021, sendo um assunto presente no alto escalão do governo já. Isso porque, o presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, considera que criptomoedas são investimentos e devem ser regulamentadas como tal, antes de criar qualquer regra para uso como moeda para esse setor.

No entanto, para o deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), Bitcoin tem potencial para ser utilizado como moeda uma vez que sua lei seja aprovada no país. Essa discussão está começando a pegar fogo no país.

O que fez o deputado que promete votar contra o projeto de lei que regula as criptomoedas no Brasil?

A aprovação em comissão especial vai em breve liderar o projeto de lei que regulamenta o setor de criptomoedas no Brasil, mas não são todos os parlamentares que estão contentes com isso.

Um deles, Gilson Marques (NOVO-SC), publicou em seu Instagram um vídeo criticando o projeto e declarado como total oposição ao texto no Congresso Nacional.

” Foi aprovado na Comissão o relatório que regulamenta as criptomoedas. Ok, mas isso é bom? Claro que não “.

Gilson destacou que entre os muitos pontos negativos, a nova proposta equipara as empresas que vendem criptomoedas para as corretoras de valores brasileiros, bancos e instituições financeiras. Esse regulamento seria feito apenas para o cumprimento da lei de lavagem de dinheiro, observou o deputado.

Caso repassado, Marques destacou que isso trará uma tonelada de burocracia para o mercado de criptomoedas no Brasil, além de muitas limitações de compra e venda dessas moedas no país.

Ele citou que o envio de informações para COAF de transações com criptomoedas seria uma realidade da nova lei. Outro ponto seria que as empresas de corretagem do Bitcoin deveriam enviar ao Estado toda a identificação dos usuários.

Por fim, ele ressaltou que obter autorização prévia para o funcionamento também pode atrapalhá-lo, sorteando o Projeto de Lei 2,303 / a 15 como péssimo, em suas palavras.

” Além desses, outros pontos burocratizam e dificultam a quem deseja comprar e vender criptomoedas. Este péssimo projeto está pronto para ir ao Plenário e você pode contar comigo, porque eu vou trabalhar contra esse absurdo que aumenta a burocracia e diminui a liberdade “.

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Um post compartilhado por Gilson Marques (@gilson.marques.novo)

Gilson defendeu recentemente a sessão do comitê na Câmara dos Representantes

Em uma discussão recentemente, o deputado Gilson Marques já havia defendido o Bitcoin, quando o também deputado Celso Russomano (Republicans-SP) disse que essa é uma tecnologia usada apenas para o crime.

Na ocasião, o MP já havia declarado que não se pode confundar os meios de pagamento com quem usa, ou seja, a culpa pelos crimes envolvendo as transações de Bitcoin são do povo, não da tecnologia.

Agora, ele mostrou-se disposto a levar a defesa da criptomoeda para o plenário da Câmara, que deve receber em breve o polêmico debate sobre Bitcoin.

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