"Não queremos que as moedas digitais sejam disruptivas para os bancos", diz Campos Neto

” Nós não queremos que moedas digitais sejam disruptivas para os bancos “, diz Campos Neto

Com países de todo o mundo considerando o estudo e o desenvolvimento de moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) como forma de revitalizar e atualizar o sistema financeiro, é claro, o Brasil não está ficando para trás nesse quesito. No entanto, o Banco Central quer que o desenvolvimento de uma moeda digital não seja prejudicial para as instituições financeiras tradicionais.

De acordo com informações do R7, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil, declarou na última quinta-feira (7), que o município está avanando no desenvolvimento de um CBDC (Banco Central Digital Currency). No entanto, uma das principais preocupações do processo é evitar que as moedas digitais se tornem disruptivas para as instituições tradicionais.

“Temos avançado, temos muitas coisas a resolver para garantir que a moeda digital não seja disruptiva para os bancos” balanços “, declarou Campos Neto em conferência virtual promovida pelo Banco de Pagamentos Internacionais, BIS.

Open bank

O plano do Banco Central vai muito além do desenvolvimento de uma moeda digital e sim toda uma renovação financeira que está sendo chamada de” Open finance “,, com um sistema que tem o objetivo de ser” muito inclusivo ” com diferentes produtos em sua plataforma, mesmo com planos de saúde.

Este sistema de financiamento aberto, que pode ser traduzido do sistema financeiro aberto, visa abrir espaço para a possibilidade de os clientes de produtos e serviços compartilharem informações entre diferentes instituições autorizadas pelo Banco Central.

De acordo com as informações, clientes dessas instituições autorizadas ” também poderão movimente suas contas bancárias de diferentes plataformas, e não apenas pelo app ou website do banco. “

Embora não esteja claro o que essa troca de informações pode significar, fica bem claro que o Banco Central quer acompanhar não só a criptomoedas e seu desenvolvimento, mas também o setor de Fintech que vem dominando o cotidiano do consumidor final.

Mas como se imaginaria, a ideia é, enfim, preservar e continuar mantendo o controle do Banco Central e dos Bancos no setor financeiro, como já acontece.

Embora esse seja um ponto válido partindo do principado do Estado, vai totalmente contra o que os entusiastas das criptomoedas acredite.

Uma moeda digital estatal tem exatamente os mesmos defeitos da moeda fiduciária de hoje, só não é impresso.

Com isso, os CBDCs parecem ser muito mais encorajadores para aqueles que já estão no poder do setor financeiro e não quem está no fim da corrente.

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