Presa em operação contra pirâmide de Bitcoin recorre ao STF para ser julgada   Livecoins

Presos em operação contra pirâmide de Bitcoin recorrem ao STF para serem julgados-Livecoins

Uma mulher presa no início de setembro de 2021 em operação deflagrada pelo Gaeco de São Paulo contra uma pirâmide de Bitcoin, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser julgado.

A mulher é uma das rés que foi presa na Operação CriptoGolpe, que teve como alvo as atividades do Criptbank S / A. Os alvos da operação foram nas cidades de Sorocaba, Votorantim, Araçoiaba da Serra, Barueri e São Paulo.

Alegando ser um banco que trabalhava com criptomoedas, essa suposta pirâmide oferecia rendimentos de até 10% por mês, que eram oferecidos de maneira fixa aos investidores.

Na operação, o Ministério Público estadual apreendeu veículos de luxo, eletrônicos, documentos e mais uma série de itens que ajudaram nas investigações sobre o caso. Desta forma, a prisão do suspeito acabou sendo convertida de temporária em prisão preventiva, a pedido da PM.

Após mais de um mês de sua prisão, ela ainda foi mantida a detenção sem conseguir sua audiência de custódia, levando sua defesa a recorrer na instância máxima. Em sua petição, a suspeita de operar um crime contra a economia popular requisitada “a realização da audiência de custódia, em caráter presencial“.

O ministro Gilmar Mendes, do STF, julga recurso de presas de pirâmide de Bitcoin no interior de São Paulo

O caso chegou ao STF e acabou nas mãos do ministro Gilmar Mendes, que dispensou opiniões da Procuradoria-Geral da República, por entender que já havia condições para julgamento.

No processo, o julgamento da primeira instância tinha deixado marcado a data para que a audiência de custódia do ré fosse no dia 5 de outubro de 2021. Mas como o pedido havia sido feito ao STF em setembro, o ministro Gilmar Mendes reconheceu parcialmente o direito do possível envolvido com a pirâmide de Bitcoin em Sorocaba.

” Ante o exposto, nos termos da Regra 161, parágrafo único, do RISTF, se a audiência não foi realizada no dia 5.10.2021, julgue parcialmente procedência da denúncia, apenas para determinar a realização da audiência de custódia, presencial ou por videoconferência, com fiel obediência às disposições do art. 19 da Resolução 329/2020, no prazo de 24 horas, a partir da comunicação da presente decisão “.

No caso do Criptbank S / A, seis pessoas foram detidas e três continuaram a ser procuradas pelas autoridades. A decisão do ministro Gilmar Mendes sobre o caso foi dado na última quarta-feira (13).

Esse é mais um caso de pirâmide envolvendo a imagem de criptomoedas que vai parar no Supremo Tribunal Federal no Brasil. Nos últimos dias, o Ministro Alexandre de Moraes negou um pedido de liberdade de um grande líder da Gas Consultoria Bitcoin, que operou em Cabo Frio e pode ter lesado milhares de clientes.

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